terça-feira, 15 de maio de 2007

Novo Modelo de Gestão?


As empresas vêm empregando novas modalidades de gestão, muitas acertam e outras não, mas ao ouvir comentários de um supervisor de vendas de determinada empresa de bebidas fiquei na dúvida se essa nova onda estaria correta.
O fato de quebrar paradigmas, ousar, dar mais liberdade e de certa forma mais jovialidade na forma de administrar não significa que certas formalidades devem ser extintas.
Não há como contestar o poder dessa empresa diante do mercado atual, seu crescimento e seus lucros, mas alguns pontos são questionáveis sim.
Como você caracterizaria uma empresa onde nas reuniões o chefe usa de palavrões, vocabulário chulo e pés sobre a mesa? No mínimo eu diria falta de compostura e respeito com os subordinados.
E como você enxergaria uma empresa onde o tempo de trabalho de um funcionário não ultrapasse em sua maioria 1 ou 2 anos? Na empresa em questão existem metas para troca de equipes, o que me surpreendeu e muito.
Soube também que a fila de estagiários interessados em fazer parte do quadro de funcionários é imensa, mas duvido que eles conheçam a inexistência de plano de carreira. Não, perdoem-me, existe sim um plano de carreira, inclusive se é promovido muito rapidamente, mas tão rápido é também sua substituição.
Informalidade, metas de demissões...estão mesmo deturpando os conceitos de nova gestão

3 comentários:

Niki disse...

Oi!

cá está o link para o artigo:

http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=242053&idselect=19&idCanal=19&p=22

Bj

Paulo disse...

As metas de demissões podem soar agressivas e até mesmo injustas. Porém, na prática, é uma forma de garantir uma seleção natural, onde só os mais capacitados conseguem sobreviver. Um pouco selvagem, é verdade, mas sinto que a velha filosofia da empresa cuidar de seus funcionários, mesmo os incapacitados, até o fim da vida está em extinção.
E também acho que algumas formalidades devem resistir, sim.
Tem muita empresa confundindo informalidade com desrespeito.
Bjos

myrelate disse...

Não sou a favor da estabilidade mas sou contra a metas de demissões, isso p/ mim não entra, pq nem sempre se demite apenas os incapacitados, para isso não precisa haver metas.